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| foto: reprodução |
E nesta segunda feira, dia 23 de julho, completa
um ano da morte da “nova” diva do soul jazz: Amy Winehouse. Mesmo com a
morte precoce e assustadora, Amy ainda é uma das artistas que mais
vende discos no mundo. O álbum “Back To Black”, de 2006, é um dos 100
discos mais vendidos no Reino Unido, sendo o segundo disco mais vendido
do século 21, perdendo para a conterrânea Adele, com o álbum “21”. O que
comprova que Winehouse ainda está viva nos ouvidos de muitos fãs e
admiradores.
Com uma carreira curta e conturbada, Amy possui grandes
influências de jazz, pois seu pai, o taxista Mitchell Winehouse, que
sempre foi um fã do estilo (e extremamente ligado a filha). Com nove
anos seus pais se separaram e ela iniciou suas atividades musicais em
algumas escolas de artes particulares. Em sua adolescência começou a
compor suas próprias músicas, e com 16 anos grava suas primeiras demos.
Foi nessa época que também começou seu contato com as drogas.
Pode-se dizer que grande parte de suas músicas foram
dedicadas ao seu grande amor: o barraqueiro Blake Fielder – tanto que
Amy tatuou a palavra “Blake’s” acompanhada de um objeto sobre o seio
esquerdo, que significa que ela era da posse do ex marido – contribuindo com
diversos escândalos sobre sua vida pessoal, influenciando em sua
carreira como a prisão de Blake, o divórcio dos dois, a prisão por porte
de drogas da cantora e as diversas idas às clínicas de reabilitação
para tratar do vício contra as drogas.
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| Amy e Blake Fielder / foto: reprodução |
Em 2009 muitos brasileiros tiveram a oportunidade de ver a
senhorita Winehouse em cinco shows no Brasil. Mesmo não sendo shows como
os realizados em outros países na época do auge de Amy, ela parecia
estar feliz e não tiveram grandes decepções. No mesmo ano, em julho, ela
foi encontrada morta em sua casa no bairro de Candem, em Londres. A
causa da morte foi descoberta depois de meses, alegando que decorreu de
um consumo abusivo de álcool após um período de abstinência. Amy foi um
dos artistas que morreram aos 27 anos como Kurt Cobain, do Nirvana, Jimi
Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, entre outros.
Desde então, diversas homenagens de artistas foram feitas a cantora e um álbum póstumo foi lançado com uma versão de “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim, no álbum. Mesmo com tantas barbáries de sua vida pessoal atravessando a sua carreira musical, Amy deixou um vasto material produzido e que continua fazendo sucesso e encantando os amados da soul music com os sucessos “Rehab”, “You Know I’m no Good”, “Valerie”, “Tears Dry On Their Own”, entre outros. Com certeza Amy Winehouse se tornou um ícone que deve ser lembrado pelo talento musical e sua contribuição à música.
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| Um ano sem Amy Winehouse / foto:reprodução |



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